Fernando Pessoa
Parada do orgulho LGBT. Av. Francisco Glicério. Foto: Arnaldo Silva. Fernando Pessoa Olhar acarinhando Seduzindo Um sorriso gostando Entregando Gesto insinuando Tirando Uma língua provando Degustando Palavras molhando Delirando Duas bocas fazendo Enlouquecendo Corpo deitando Oferecendo Minhas pernas abrindo Convidando Lábios chamando Querendo Minhas mãos empurrando Trazendo Eu gemendo Sofrendo Chorando Morrendo Sonhar como se você me faz pesadelo?
Escrito por arnaldo.silva@eptv.com.br às 09h21
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Enlace...
Cemitério da Saudade. Foto: Marilia Gonçalves. Enlace... Tem uma panela Mas isso é tão fútil Eu gosto tanto dela É bonita, útil Tem também aquele sofá Uso para amar, descansar Onde vou deixando Minha vida passar Tem minha mente Que as vezes mente Construindo realidades Para buscar a felicidade Mas tem meu coração Que se acostumou com a solidão Tanto nas noites de verão Quanto nos dias de multidão Tem meu sexo que gosta de ser livre Embora deteste ter que escolher Entre o azul, o verde e o lilás Quando ele quer apenas você Assim como a panela e meu sofá Tem minha coberta Que não vivo sem ela Para onde quer que eu vá
Escrito por arnaldo.silva@eptv.com.br às 16h05
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Sentir-se Olhado
Itatiba. Foto: Natalia Fernanda. Sentir-se Olhado... “Sentir-se olhado, o corpo responde, enlouquece, acelera o coração, transpira O olhar do outro, alerta, provoca uma sensação, um convite, uma intrusão! Os corpos se percebem antes das palavras.... É impossível escapar as intensidades da experiência, da conseqüência e da escolha Negociamos! Então tornamos nosso mundo significativo. RB
Escrito por arnaldo.silva@eptv.com.br às 10h47
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